Ferramentas Masakuni


As ferramentas de Bonsai tiveram origem na Cia. MASAKUNI, Ltd. único fabricante com linha completa no Japão que está a mais de três-quartos de século desenvolvendo sua experiência em ferramentas para Bonsai.  Mais de setenta anos atrás uma tesoura era especialmente projetada e  trazida para o mundo do Bonsai por um entusiasta da Arte Bonsai depois o longo período de experiências e pesquisas. O nome dele é Shichinosuke Kawasumi, o primeiro MASAKUNI,  que era um famoso  fabricante de tesoura para flores e alicates de uso Médico.

Esta tesoura era a tesoura original no Japão especialmente projetada para treinamento de Bonsai. Era a história começando a realidade das ferramentas para a Arte Bonsai. Desde então Shichinosuke se lançou a desenvolver e pesquisar ferramentas de Bonsai em co-operação com Mr.Kyuzo Murata, o famoso Mestre Kyuka-en em Omiya que era  uma aldeia típica de Bonsaístas. Estas pesquisas deram frutos e várias ferramentas na época foram criadas por eles.

Desde então esses dias, mais de duas gerações da MASAKUNl tem se concentrando em desenvolver e aperfeiçoar as ferramentas de Bonsai dando grande contribuição para o progresso e propagação de técnicas de cultivo do Bonsai.

Por esta história, a superioridade das ferramentas de MASAKUNI tem alcançando o reconhecimento de tantos profissionais e amadores avançados. E ao mesmo tempo uma tradição foi crescendo com MASAKUNI, tradição da mais alta confiança na qualidade e originalidade produzidas. A durabilidade das ferramentas de MASAKUNI estão baseadas no processo de fabricação contínuo e original de MASAKUNI e apoiado no controle de qualidade científico contemporâneo.

As ferramentas da MASAKUNI são forjadas debaixo de método especial de calor e usando aço da mais alta pureza com artesãos altamente experimentados e treinados para obter o ângulo ideal da lâmina. Além disso, uma por uma, as ferramentas são ajustadas precisamente e conferidas detalhe por detalhe inclusive com exame microscópico.

Hoje o Bonsai se tornou a Arte internacional de natureza. As ferramentas de MASAKUNI estão sendo usadas por muitas pessoas em todo mundo. Estes resultados atuais formaram a tradição MASAKUNI de hoje e fará a história de amanhã.

Nós podemos dizer seguramente que a história das ferramentas de Bonsai  é a história da MASAKUNI.

Não deixe de ver a galeria de imagens com algumas das ferramentas confeccionadas pela marca.

Site do Fabricante: http://www.masakuni.com/


Mestre Ceramista Shugo Izumi


Shugo Izumi
O atelier de Shugo izumi é uma exposição permanente de cerâmica. Imigrante japonês e residente no Brasil dede 1975, é tido com um dos melhores mestres ceramistas em atividade no país. Seu atelier, na zon rural de Atibaia – SP, é muito visitado por turistas, sejam apenas curiosos ou adeptos do hobby da cerâmica.
A dedicação do ceramista acabou se tornando um de seus maiores diferenciais: cada vãos que sai do forno é único, torneado e pintado a mão, um a um. Ele conta que a paixão pela cerâmica veio da necessidade. A profissão de engenheiro agrônomo teve de ser deixada de lado, devido a problemas de saúde resultantes do contato com produtos químicos.
No final de 1975, Izumi teve aulas com o mestre Toshiyuki Ukeseki, na cidade de Cunha – SP. “Em três meses, eu já havia aprendido as técnicas e montei meu primeiro forno”, diz. Seu ateliê é uma exposição permanente. Além de vasos para bonsai, Izumi possui em seu acervo diversos utilitários, como jogos de jantar e luminárias, a maioria com inspiração oriental.
Graças a sua dedicação em pesquisas e estudos, Shugo Izumi possui atualmente uma biblioteca particular com mais de 3000 livros referentes ao estudo da cerâmica. Didicação essa que ja lhe rendeu varios premios. Entre 2007 e 2008, Shugo Izumi foi condecorado pelo Governo Japonës como um dos melhores ceramistas do mundo, fato infelizmente pouco sabido pelos brasileiros.
Visando aprimorar ainda mais sua arte, em 2009, o mestre ceramista foi para Japão, em Tokoname, para trocar experiëncias com os ceramistas da região de maior prestigio quanto a qualidade da argila de todo o mundo.
Ao retornar de sua viajem, Shugo Izumi começou a aplicar as tecnicas adquiridas na fabricação de vasos retangulares, formato não trabalhado ate então. Ao ser elogiado pela sua perfeição e alto padrão de qualidade, ele, com muita humildade, nos conta que a fabricação de vasos retangulades devera ter uma melhor qualidade a partir de 2013, tempo que ele junga necessario para pegar pratica com o novo formato de trabalho.
A delicadeza das peças revela a sensibilidade do artista: pintura de pássaros, motivos orientais, delicadas flores ou inscrições de poemas budistas são facilmente encontrados nas peças. Para as pinturas (que o destacou a partir dos anos 80 pelo uso de extratos naturias), ele conta com o auxílio de sua esposa, Hamako.
Um homem sem muitos segredos. Quem chega ao ateliê do artista é muito bem recebido pela família, formada pelo casal e cinco filhos. Bem humorado, ele abre as portas a todos que desejarem conhecê-lo, mediante um simples pedido: agendar com antecedência.
Uma vez lá, Izumi não se incomoda de explicar todo o processo de fabricação dos vasos, desde a obtenção da argila até o acabamento especial. Depois, senta-se no torno e mostra como suas mãos mágicas são capazes de transformar um bocado de barro em um a pela peça, em questão de minutos. Aos mais “corajosos”, Izumi oferece seu lugar na máquina. “Parece fácil vendo, mas quase sempre as pessoas não conseguem muitos resultados”, diverte-se.
Para finalizar, as peças são queimadas no forno a lenha, conhecido como Noborigama. A cada queima, a boca é fechada com tijolos para que o calor não se disperse. Na primeira etapa, realizada para secar a cerâmica, a temperatura interna chega a 900°C. Depois disso, as peças são pintadas e sofrem uma segunda queima a cerca de 1300°C. O processo todo pode durar 40 horas ininterruptas e é realizado.
Visite o site de Shugo Izumi e obtenha mais informações sobre o artista: http://www.ceramicasizumi.com.br
Matéria adaptada da Revista Como Cultivar Bonsai, da Editora Casa Dois, edição 05, e da materia de Helenir Candido do Clube do Bonsai de Ribeirao Pret

O atelier de Shugo izumi é uma exposição permanente de cerâmica. Imigrante japonês e residente no Brasil dede 1975, é tido com um dos melhores mestres ceramistas em atividade no país. Seu atelier, na zona rural de Atibaia – SP, é muito visitado por turistas, sejam bonsaistas, curiosos ou adeptos do hobby da cerâmica.

A dedicação do ceramista acabou se tornando um de seus maiores diferenciais: cada vaso que sai do forno é único, torneado e pintado a mão, um a um. Ele conta que a paixão pela cerâmica veio da necessidade. A profissão de engenheiro agrônomo teve de ser deixada de lado, devido a problemas de saúde resultantes do contato com produtos químicos. Mestre Ceramista Shugo Izumi

No final de 1975, Izumi teve (mais…)


Um pouco da história do bonsai no Brasil


São poucas as referências sobre bonsai antigos no Brasil. As que existem estão em jornais e revistas agrícolas em língua japonesa. Uma garimpagem nesses textos resultaria numa bela obra sobre a história dessa arte no Brasil. Conforme artigo publicado em japonês na revista Burajiru no Nogyô (Agricultura Brasileira), edição comemorativa dos 20 anos da Colônia Itacoloni (Promissão-SP), impresso em setembro de 1938, os bonsaistas históricos do Brasil foram Hadano de Bragança-SP; Miyoshi de São Paulo; Seto, Katsuki e Nita de Guaiçara-SP.

Cada um deles a sua maneira fez várias experiências estudando a aclimatação de plantas cujas sementes vieram do Japão. Na década de 1930, a pequena cidade de Guaiçara produziu tantas plantas orientais que tornou-se conhecida mais tarde com o slogan de “Berço das plantas”. Grande parte de plantas de origem asiática hoje existente no Brasil, como (mais…)


Chinesas ou Japonesas?


Para se quebrar o preconceito sobre as ferramentas chinesas, fizemos esta matéria para ajudar nossos amigos bonsaistas a criar sua própria conscientização antes de ir pela boca do povo e julgar mal os materiais chineses. Precisamos conhecer as diferenças entre as ferramentas japonesas e chinesas, pois elas realmente são diferentes.

Antes de entrarmos na questão das diferenças, temos que averiguar também o grau de utilização que o bonsaista fará do seu material. Perguntas simples podem dar a resposta sobre o melhor custo/benefício (mais…)


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